Categoria: Alto Tâmega

  • Degustação de Vinhos no Posto de Turismo do Alto Tâmega e Barroso

    O Posto de Turismo do Alto Tâmega e Barroso vai dedicar dois dias a provas de degustação de vinhos da Região. Esta iniciativa será realizada nos dias 15 e 22 de outubro, nas instalações do Posto, sendo o primeiro dia dedicado aos vinhos dos municípios de Ribeira de Pena e Valpaços e o segundo dia aos vinhos dos municípios de Chaves, Montalegre e Vila Pouca de Aguiar.

    Em época de Vindimas, o Posto de Turismo do Alto Tâmega e Barroso pretende colocar à disposição de todos os visitantes a degustação de vinhos produzidos exclusivamente na nossa Região.

    A par da promoção dos vinhos serão também disseminados os vários pontos de interesse turístico do território aos visitantes.

  • CIMAT designa-se oficialmente por Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso

    No passado dia 8 de outubro, a CIMAT assumiu oficialmente a designação Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMATB), numa cerimónia pública que decorreu junto ao Posto de Turismo do Alto Tâmega e Barroso, em Chaves.

    A envolvente do Posto de Turismo do Alto Tâmega e Barroso acolheu mais de uma centena de convidados para a cerimónia oficial de alteração da denominação da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, que passa agora a integrar no seu nome o Barroso.

    A abrir o evento, presidido por Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, esteve João Noronha, Vice-Presidente da Comunidade Intermunicipal, que referiu que a escolha do local para a realização do ato “não foi por acaso”, uma vez que “este espaço congrega a promoção turística de toda a região do Alto Tâmega e Barroso, um marco identitário da nossa estratégia de colaboração entre municípios e da promoção e valorização em conjunto das potencialidades dos recursos endógenos do nosso território”.

    O também Presidente da Câmara Municipal de Ribeira de Pena acrescentou que “juntos fazemos mais e melhor” pela região, estando esta CIMATB “norteada pelo espírito de coesão, união e solidariedade entre os seus membros, circunstância que se tem revelado muito importante na sua capacidade de afirmação e de intervenção institucional junto de diversos centros de poder e de decisão na defesa dos interesses do território”.

    O responsável concluiu a sua intervenção dizendo que esta alteração da denominação da CIMATB “representa o aprofundamento do processo de integração e de valorização da história e da entidade comum da região, assente no caráter das suas gentes, na polaridade da paisagem, na abundância e riqueza patrimoniais, na aptidão para gerar produtos de excelência, e uma marca identitária, única e forte no contexto nacional e internacional”.

    Fernando Queiroga, presidente da Câmara Municipal de Boticas, concelho que, juntamente com Montalegre, compõe a subregião do Barroso, desde 2018 declarado Património Agrícola Mundial pela FAO, realçou “o grande simbolismo que representa para a região a recuperação da identidade que caracterizou estes territórios durante longas décadas já que esta nossa região sempre foi conhecida e reconhecida como Alto Tâmega e Barroso”.

    O autarca botiquense salientou que a alteração da denominação da CIMATB, integrando agora no seu nome a região do Barroso, vai também ajudar a “desenvolver e catapultar a Bio-Região do Alto Tâmega e Barroso, integrada na rede internacional de Bio-Regiões”.

    “A região do Alto Tâmega e Barroso tem imensas potencialidades que são nossa obrigação promover, criando novas oportunidades económicas para a nossa população, geradoras de bem-estar social e de qualidade de vida. A maior riqueza que temos são, sem sombra de dúvida, as pessoas, que mantêm uma forte ligação à terra”, afirmou ainda o responsável pela autarquia de Boticas, rematando que: “Aquilo que nos une deve ser sempre muito mais do que aquilo que nos separa”.

    O Primeiro Secretário Executivo da CIMAT, Ramiro Gonçalves, destacou ainda que este, é mais um passo importante na dimensão da estratégia de marketing territorial em curso: “O ‘Alto Tâmega e Barroso’ é uma marca forte, agregadora, representativa, identitária e que nos localiza de forma inequívoca no País, constituindo esta alteração da denominação, também ela por si, um processo de valorização”.

  • Transportes públicos do Alto Tâmega concessionados a empresa espanhola

    A Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT) concessionou o serviço de transportes públicos, que vai servir seis municípios, a uma empresa espanhola por um período de sete anos e um investimento de cerca de seis milhões de euros.

    A assinatura do contrato para a concessão do serviço de transporte rodoviário de passageiros na região do Alto Tâmega decorreu nesta terça-feira, na sede da CIMAT, em Chaves.

    O objectivo é, segundo afirmou Amílcar Almeida, presidente da CIMAT e da Câmara de Valpaços, a “satisfação das necessidades de todo o território”.

    Amílcar Almeida explicou que o concurso público internacional ficou deserto numa primeira fase e que a concessão foi, agora, atribuída ao operador espanhol Flaviamobil, Lda.

    A concessão tem um período de vigência de sete anos e a despesa inerente a este contrato é, segundo a CIMAT, de cerca de seis milhões de euros.

    “O nosso objectivo era, fundamentalmente, não perder este serviço, sabendo que o nosso território está envelhecido, que temos cada vez menos gente nas nossas aldeias e cuja preocupação era que continuassem a ter transporte. E o nosso objectivo era esse mesmo”, salientou o autarca.

    A rede de transportes “foi pensada”, segundo frisou, para todo o território, o serviço vai ser “prestado com qualidade”, funcionará de forma supramunicipal e estará articulado com os transportes escolares.

    O contrato, que será agora remetido para o Tribunal de Contas, resulta do concurso público internacional que a CIMAT lançou, em Novembro de 2021, enquanto Autoridade de Transportes.

    Conheça os horários atuais.

  • CIM do Alto Tâmega inaugura “Espaço Bio” para promover agricultura biológica

    A Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT) inaugurou esta manhã, o “Espaço Bio”, no Mercado Municipal de Chaves, no âmbito da Bio Região do Alto Tâmega e Barroso. Valpaços marcou presença com uma vasta variedade de produtos daquele segmento.

    A iniciativa pretende mostrar todas as quartas-feiras, dia da feira semanal em Chaves, o que os seis concelhos do Alto Tâmega produzem de forma biológica. É objetivo da entidade promotora, a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, estender a iniciativa aos restantes concelhos da sub-região.

    Apenas poderão ocupar aquele espaço produtores certificados com o modo de produção biológica, dando assim a garantia a quem compra de que os produtos que vai consumir são certificados e biológicos.

    Recorde-se que a CIMAT foi a segunda bio região do país, com a sua adesão a acontecer em 2018, sendo a primeira Comunidade Intermunicipal a fazer parte desta rede internacional.

  • Exposição “Gotas de Cultura” em exibição na Câmara Municipal de Boticas

    Está patente ao público, no Átrio da Câmara Municipal de Boticas, a exposição itinerante “Gotas de Cultura”, promovida pela Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Alto Tâmega (RIBAT) e dinamizada no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT).

    A exposição remete os visitantes para uma viagem literária sobre o vasto território do Alto Tâmega, evidenciando a água como um elemento agregador da região, retratada através de palavras de escritores oriundos dos seis municípios que constituem o Alto Tâmega, nomeadamente José Carlos Barros (Boticas), Mário Gonçalves Carneiro (Chaves), Bento da Cruz (Montalegre), Camilo Castelo Branco (Ribeira de Pena), Adérito Freitas (Valpaços) e Sousa Costa (Vila Pouca de Aguiar).

    Aproveitando a ocasião da apresentação do seu livro “As Pessoas Invisíveis”, José Carlos Barros visitou, na passada sexta-feira (dia 19 de agosto), juntamente com o Presidente da Câmara de Boticas, Fernando Queiroga, a mostra na qual está retratada um pouco do seu percurso literário. 

    A exposição “Gotas de Cultura” pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, no Átrio da Câmara Municipal de Boticas.

  • Chaves regressou às suas origens com a Festa dos Povos

    Mais de 60 mil pessoas visitaram Aquae Flaviae

    No passado fim de semana, Chaves celebrou as suas origens galaico-romanas naquela que já é a oitava edição da Festa dos Povos, numa viagem ao império de Tito Flávio Vespasiano.

    Foram mais de 60 mil os visitantes, oriundos de vários pontos do país e do estrangeiro, em especial da vizinha Galiza, que passaram pela zona ribeirinha da cidade para interagir com legionários, gladiadores, senadores, músicos, bailarinos, mendigos, escravos, falcoeiros e divindades, na recriação de vários momentos quotidianos dos povos que habitaram Aquae Flaviae há mais de dois mil anos.

    O mercado temático, que contou com 89 expositores entre os quais vários artesãos, constituiu-se como ponto de encontro para três dias de animação convívio e lazer numa festa com história, repleta de sabores, saberes, cor, música, numa viagem ao passado que permitiu a turistas, imigrantes e flavienses celebrar de novo a festa dos povos, após um interregno de dois anos.

    Na sessão de abertura o Presidente da Câmara Municipal, Nuno Vaz, destacou a herança cultural em que “passados dois mil anos se continua a olhar para o passado com orgulho, com memória e um sentimento de aprendizagem, na preparação de um futuro alicerçado num compromisso de trabalho e superação na promoção do que melhor esta região produz e proporciona”. Acrescentou, ainda, que “num espaço sobretudo de componente lúdica e de recreação histórica, este evento contribui fortemente para o reforço da economia local”.

    Com o objetivo de promover a cidade, o seu património e a tão apreciada gastronomia flaviense, a “Festa dos Povos” incluiu um programa cultural diversificado, nos quais os espetáculos variados e os cortejos que atravessaram a ponte romana de Trajano permitiram também animar o centro histórico da cidade, que viveu mais uma grande enchente de turistas que escolheram visitar Chaves neste evento particular.

    Esta atividade contou com a organização conjunta do Município de Chaves e EHATB – Empreendimentos Hidroelétricos do Alto Tâmega e Barroso.

  • “Festa dos Povos”: Chaves celebra no próximo fim-de-semana a herança romana

    Contagem decrescente para a“Festa dos Povos em Aquae Flaviae”. Durante três dias, de 19 a 21 de agosto, a cidade flaviense regressa ao tempo do Imperador romano Tito Flávio Vespasiano, com a oitava edição do mercado galaico-romano, que dará a provar iguarias gastronómicas, manjares e festim de bebidas, ao mesmo tempo que revela saberes ancestrais.

    Nesta viagempor dois mil anos de história, haverá muitos espetáculos e cortejos dos povos galaicos, legionários, gladiadores, senadores, mendigos, escravos, falcoeiros e divindades, numa azáfama constante de episódios que retratam o quotidiano de ‘Aquae Flaviae’, com a participação de centenas de figurantes.

    Este ano, o certame conta com 89 expositores na Alameda do Tabolado, entre artesãos, artífices e mercadores, com especial destaque para as simulações bélicas, recriações mitológicas, interpretações musicais, bailados e circus maximus.

    A cada ano, a iniciativa – organizada pelo Município de Chaves e EHATB – Empreendimentos Hidroelétricos do Alto Tâmega e Barroso – tem atraído milhares de visitantes a Aquae Flaviae, nome com que os romanos batizaram a cidade. Uma aposta clara de promoção do concelho, assim como do seu património e gastronomia.

     A abertura oficial está marcada para sexta-feira, dia 19, às 18h30, na Alameda do Tabolado.

  • Banda Musical do Pontido dá concerto na Praça do Município de Ribeira de Pena

    A Praça do Município de Ribeira de Pena recebeu, no dia 23 de julho, a Banda Musical do Pontido e Academia das Artes de Ribeira de Pena, no âmbito do Projeto CulturAT – Promoção Turística do Alto Tâmega através da Cultura.

    Esta é uma iniciativa da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT), em parceria com o Município de Ribeira de Pena e o Ecomuseu – Associação de Barroso que promove animação em espaços culturais (auditórios, teatros, salas multiusos, salas polivalentes e outros recintos de espetáculos), e museus municipais ou espaços museológicos.

    O projeto tem como objetivo promover a dinamização, promoção e desenvolvimento do património cultural enquanto instrumento de diferenciação e competitividade do território do Alto Tâmega e, ao mesmo tempo, apoiar as empresas do setor da cultura da região.

    O Projeto ArtFest (NORTE-04-2114-FEDER-000455) prevê a realização de 48 momentos de promoção cultural e animação do território, envolvendo grupos musicais e de teatro, ranchos folclóricos e academias de dança, de forma a apoiar os agentes culturais da região que foram fortemente afetados pela pandemia causada pela Covid-19.

  • Dia do Folclore do Alto Tâmega a 24 de julho

    No próximo 24 de julho é assinalado o Dia do Folclore do Alto Tâmega, com atuações nos seis municípios que compõem a região, no âmbito do Projeto Alto Tâmega – ArtFest. Neste sentido, qualquer que seja o município do Alto Tâmega em que se encontre (Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços ou Vila Pouca de Aguiar) pode desfrutar de um momento cultural proporcionado por vários grupos do território.

    No que concerne a Vila Pouca de Aguiar, a sessão acontece, pelas 21 horas, no Museu Municipal Padre Rafael Rodrigues.

    Refira-se que o Projeto ArtFest (NORTE-04-2114-FEDER-000455) é uma iniciativa da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT) que prevê a realização de 48 momentos de promoção cultural e animação do território, envolvendo grupos musicais e de teatro, ranchos folclóricos e academias de dança, apoiando os agentes culturais da região que foram fortemente afetados pela pandemia causada pela Covid-19. O principal objetivo é a promoção e valorização turística do património cultural do Alto Tâmega sendo que, para tal, apresenta um programa de cultura em rede envolvendo os seis municípios do Alto Tâmega, promovendo a animação de espaços culturais (auditórios, teatros, salas multiusos, salas polivalentes e outros recintos de espetáculos), bem como dos museus municipais ou espaços museológicos.

  • Iberdrola inaugurou a Gigabateria do Tâmega

    O Primeiro-Ministro, António Costa, e o presidente da Iberdrola, Ignacio Galán, inauguraram, segunda-feira, em Portugal a Gigabateria do Tâmega, um grande projeto de produção hidroelétrica, cuja construção decorreu ao longo de quase oito anos e envolveu um investimento de mais de 1.500 milhões de euros.

    O evento contou também com a presença do Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, com o secretário de Estado do Ambiente e Energia, João Galamba e com os presidentes das Câmaras Municipais de Ribeira de Pena, Vila Pouca de Aguiar, Boticas, Chaves, Montalegre e Cabeceiras de Basto.

    Cerca de duzentas pessoas, entre fornecedores, funcionários, autoridades locais e nacionais e jornalistas de Espanha e Portugal testemunharam este evento, que constitui um marco internacional no domínio da tecnologia, obras civis e investimento ambiental.

    Com uma capacidade de 1.158 MW, o sistema de eletroprodutor do Tâmega é capaz de armazenar 40 milhões de kWh, equivalente à energia consumida por 11 milhões de pessoas durante 24 horas nas suas casas, tornando-se um dos maiores sistemas de armazenamento de energia da Europa

    O complexo é composto por três centrais – Alto Tâmega, Daivões e Gouvães – e, graças à sua capacidade de bombagem, pode armazenar energia para ser utilizada quando for mais necessária; um ciclo de eficiência energética e de verdadeira economia circular que aumentará a potência elétrica total instalada em Portugal e evitará a emissão de 1,2 milhões de toneladas de CO2 por ano – sem quantificar outros tantos milhões, graças à energia renovável que poderá ser integrada no sistema – favorecendo a luta contra as alterações climáticas.

    Este grande projeto de engenharia, no qual já trabalharam vários milhares de pessoas, evitará a importação de mais de 160.000 toneladas de petróleo por ano, consolidando-se como motor socioeconómico e de criação de emprego na região.

    Além disso, a construção do complexo nesta área do norte de Portugal contou com um ambicioso plano de ações sociais, culturais e ambientais, que beneficiam sete municípios, ao qual se destinaram mais de 50 milhões de euros.

    Conforme assinalou Ignacio Galán, o desenvolvimento deste grande complexo foi possível graças ao ambiente de estabilidade jurídica e ao bom diálogo mantido com o governo português nos últimos anos. Além disso, esta infraestrutura demonstra que as duas grandes metas da política energética da Europa, a independência energética e a descarbonização, são perfeitamente compatíveis desde que se trabalhe na eletrificação do sistema económico e produtivo.

    Durante a sua intervenção, Ignacio Galán anunciou ainda que a empresa poderá duplicar nos próximos anos os investimentos feitos na Gigabateria, atingindo os 3.000 milhões de euros, que serão alocados a novos parques eólicos e centrais solares já em desenvolvimento ou construção.

    A Iberdrola prossegue, assim, a sua estratégia de crescimento sustentável, que a tem posicionado como a maior empresa de eletricidade da Europa, depois de ter investido 140.000 milhões de euros nos últimos 20 anos e apoiado mais de 19.000 empresas com as suas compras, através das quais gera 400.000 postos de trabalho. Só nas contribuições fiscais, a Iberdrola atribui 8.000 milhões de euros por ano nos mais de 30 países onde está presente.