Categoria: Local

  • Super Bock Group avança com despedimento de 10% dos trabalhadores

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    O presidente executivo da Super Bock Group, Rui Lopes Ferreira, comunicou à Comissão de Trabalhadores da empresa a intenção de reestruturação, já anunciada, que se traduz numa redução de 10% da força do trabalho, transversal a todas as áreas de negócio.

    No concelho, a Super Bock Group detém a VMPS – Águas e Turismo, empresa de engarrafamento e comercialização da Água das Pedras Salgadas, que emprega cerca de uma centena de pessoas. O Notícias de Aguiar sabe que, na fábrica das águas, alguns trabalhadores já foram dispensados.

    “A significativa redução da atividade do Super Bock Group, provocada pelo efeito da pandemia covid-19, bem como o cenário de recessão previsto para o futuro próximo, forçam a empresa a reajustar a sua estrutura para defender e proteger a sustentabilidade do grupo”, comunicou a cervejeira.

    Significa isto que a Super Bock Group está a avançar com despedimentos, esclarecendo a empresa que essa decisão “difícil” irá afetar 10% da força de trabalho e que já comunicou a decisão à Comissão de Trabalhadores e a todos os colaboradores do grupo, para arrancar com o processo que ainda neste mês de junho.

  • Centro Interpretativo Mineiro de Jales já começou a ser construído

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    A Casa do Guincho do Poço de Santa Bárbara, em Campo de Jales, que em tempos permitia a comunicação desde o solo até às galerias das minas de Jales, tem agora o propósito de dar a conhecer as últimas minas de ouro e prata a serem exploradas em Portugal.

    Com o apoio da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, a Associação de Desenvolvimento Integrado das Terras de Jales é a promotora da candidatura, aprovada pelo Turismo de Portugal no âmbito da linha de apoio à valorização turística do Interior.

    A requalificação da Casa do Guincho e a Galeria de Visita envolvem a verba de 557. 501,46 euros, sendo comparticipada pelo programa Valorizar no valor de 400 mil euros.

    De acordo com o projeto, a Casa do Guincho, que entrará em funcionamento no próximo ano, será um espaço museológico constituído por dois pisos, sendo um subterrâneo com acesso idêntico ao utilizado pelos mineiros, com percurso expositivo e réplica de galeria subterrânea.

    As minas de Jales eram “o motor económico” desta região que, depois do encerramento, foi atingida pelo desemprego e o despovoamento. Entre os censos 2001 e 2011, a freguesia passou dos 2.500 para os 1.000 habitantes.

    A exploração mineira terminou em 1992, tendo sido a última exploração de ouro em Portugal. A atividade mineira desenvolveu-se ao longo de cerca de cinco quilómetros e atingiu os 120 metros de profundidade.

  • Covid-19: mais um caso ativo no concelho de Vila Pouca de Aguiar

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    De acordo com o boletim epidemiológico extraordinário da Unidade de Saúde Pública do ACES do Alto Tâmega e Barroso, existe um caso confirmado de infeção pelo novo coronavírus em Vila Pouca de Aguiar.

    De referir que, desde o dia 9 de março, a região do Alto Tâmega registou um total de 39 casos confirmados de infetados pelo novo Coronavírus, tendo a lamentar dois óbitos, no concelho de Chaves.

    O boletim é concebido pela Unidade de Saúde Pública do Alto Tâmega em consonância com os Municípios desta região (Vila Pouca de Aguiar, Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena e Valpaços).

    De relembrar que o ACES do Alto Tâmega e Barroso informou, no passado dia 26 de junho, que deixará de publicar o boletim três vezes por semana. Agora, passa a ser produzido semanalmente à segunda-feira, pela Unidade de Saúde. No entanto, garante que “durante a pandemia de COVID-19, é produzido um boletim epidemiológico extraordinário, sempre que sejam notificados(s) novo(s) caso(s) confirmados) da doença na Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega”.

  • Vila Pouca de Aguiar: início dos Campos de Férias e Ocupação Temporária de Jovens

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    Oito dezenas de jovens aguiarenses começaram, dia 26 de junho, a planificar com o executivo municipal os próximos dois meses de atividades em que há regras para cumprir (DGS/ Proteção Civil), mas a vida sociocultural está em funcionamento.

    Ladeado pela vereadora da Cultura, Ana Rita Dias e pelo representante da Associação de Pais e Encarregados de Educação, António Cabral, o presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado recebeu esta manhã no auditório da Santa Casa da Misericórdia os participantes do programa Ocupação Temporária de Jovens, que decorre nos meses de julho e agosto, sublinhando que a vida não pode parar.

    Alguns dos jovens auxiliam na orientação dos campos de férias como, por exemplo, na vigilância de grupos de crianças que frequentam as piscinas municipais, cuja abertura está prevista para 1 de julho. Dos seis concelhos do Alto Tâmega, apenas Vila Pouca de Aguiar e Chaves dinamizam campos de férias.

  • Setor do granito quer atrair mão de obra estrangeira

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    Há cerca de meio ano, o presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado apresentou ao Governo Português um projeto de potencialização de mão-de-obra para colmatar a lacuna de operários na indústria de extração e transformação de granito, numa parceria com a AIGRA – Associação dos Industriais do Granito.

    Agora, o autarca aguiarense e o dirigente da AIGRA, Mauro Gonçalves, reuniram com Cláudia Pereira, secretária de Estado para a Integração e as Migrações, e com Isabel Ferreira, secretária de Estado da Valorização do Interior.

    Após uma nova reunião promovida pelo Governo em conjunto com o Alto Comissariado para as Migrações e a Câmara Municipal, prevê-se que seja formalizada uma candidatura e um protocolo com o objetivo de trazer mais operários para a Capital do Granito, com possibilidade de extensão à construção civil.

  • Colisão em Vila Pouca de Aguiar faz dois feridos

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    Uma colisão entre dois veículos ligeiros provocou, ao início da tarde de hoje, em Vila Pouca de Aguiar, dois feridos.

    Segundo o CDOS de Vila Real o alerta de acidente foi às 13h24, na Estrada Nacional 206, na localidade de Alto da Silveira, no concelho de Vila Pouca de Aguiar.

    No local estiveram as corporações de bombeiros de Vila Pouca de Aguiar e de Ribeira de Pena com 11 operacionais e quatro viaturas.

    Os feridos foram transportados para o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.

  • Estudo da Pordata analisa dados sobre o concelho de Vila Pouca de Aguiar

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    A PORDATA, uma base de dados estatísticos certificados sobre Portugal, divulgou por ocasião do feriado municipal de Vila Pouca de Aguiar, que se celebrou ontem, dia 22 de junho, dados estatísticos do concelho aguiarense entre os anos de 2010 a 2018.

    Considerando um período de crise profunda, que teve o seu pico em 2013, ano em que Portugal esteve sujeito a austeridade, verifica-se uma ligeira perda de população residente em Vila Pouca de Aguiar, à semelhança do que aconteceu no resto do país

    Assim sendo, o concelho perdeu mais de 1000 residentes nos últimos oito anos. Os dados mais recentes, revelam que a população baixou de 13.323 residentes para 12.053. A acompanhar estes números, acresce a descida da percentagem de jovens com menos de 15 anos residentes no concelho, sendo que, em 2010 era de 12,1% e, no período homologo do ano de 2018, a percentagem rondava os 8,9%.

    Em relação aos residentes com 65 ou mais anos, a percentagem cresceu, seguindo a tendência que se verifica em todo o território nacional. Em oito anos, o número de idosos naquela faixa etária, em Vila Pouca de Aguiar, cresceu, passando dos 26% da população para 30%.

    O Índice de Envelhecimento Populacional no concelho, que tem em conta a população idosa por cada 100 jovens, passa de 214, em 2010, para 338.

    Outro dado positivo nos indicadores, é a diminuição da criminalidade no concelho de Vila Pouca de Aguiar. Contas feitas, os crimes registados pela polícia por mil habitantes passaram de 36% para 26,1%.

    Subiu o número de empresas, desceu o número de desempregados

    Ao nível empresarial, em 2018 foram registadas mais empresas do que em 2010, dado que, em oito anos, passaram de 1.184 para 1.704.  Acompanhando a mesma tendência de subida, registam-se 3.285 pessoas ao serviço dessas empresas, em 2018, face às 2.555 existentes em 2010.

    Quanto aos alojamentos turísticos, em 2018 existiam no concelho 7 alojamentos turísticos, mais quatro do que em 2010. De referir que, em 2018, os dados já incluem as novas unidades de Alojamento Local e os estabelecimentos do turismo no espaço rural.

    No que toca ao emprego, houve uma descida de beneficiários de Rendimento Social de Inserção, de 668 para 448 indivíduos, assim como de desempregados inscritos no centro de emprego, de 759, em 2010, para 519, em 2018.

    Salário médio no concelho é de 967 euros

    No concelho de Vila Pouca de Aguiar, o ganho médio mensal dos trabalhadores por conta de outrem no território concelhio, passou de 741 euros, em 2010, para 967 euros em 2018, seguindo também ao aumento nacional. O valor médio de avaliação bancária da habitação foi de 787 € por m2 , 405 euros inferior à média nacional.

    Por fim, no que respeita à diferença entre a receita e a despesa do orçamento municipal, ao longo dos oito anos do estudo, em 2018, o saldo financeiro positivo da Câmara Municipal corresponde a receitas no valor 16.247 milhares de euros e despesas na ordem 16.070 milhares. Das despesas municipais, 14,5% foram destinadas à cultura e desporto, valor inferior ao de 2010 (5% do total). De referir, ainda, que 3% das despesas do município são relativas ao ambiente.

    DP

  • Padre Norberto Portelinha faleceu aos 92 anos

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    Faleceu, dia 20 de junho, o Padre Norberto Pires Portelinha, natural de Telões, no concelho de Vila Pouca de Aguiar. Serviu várias paróquias no concelho de Vila Real. O Padre Portelinha, como era conhecido, estudou no Seminário de Vila Real e foi ordenado sacerdote no dia 4 de junho de 1955, na Sé de Vila Real.

    Começou o seu trabalho pastoral como coadjutor, em julho de 1955, numa paróquia da cidade de Chaves. Aí foi professor de moral e capelão do Asilo Padre Manuel Pita. Também lecionou a mesma disciplina na Escola Diogo Cão, em Vila Real.

    A partir de 1968 serviu várias paróquias no concelho de Vila Real, a última das quais em Constantim, e, em 2011, por motivos de saúde, deixou a paroquialidade, colaborando ainda com alguns padres. Durante 45 anos foi diretor do Secretariado das Migrações e Turismo.

    O Padre Portelinha tinha 92 anos de idade e 65 anos de sacerdócio, grande parte dos quais no concelho de Vila Real. As cerimónias fúnebres realizaram-se no passado domingo, em Mateus.

  • Sessão de esclarecimento sobre abatimentos em Jales marcada para 31 de julho

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    Representantes da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e a Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM) reuniram hoje com Alberto Machado, presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, com o propósito de requerer a celeridade dos estudos sobre os abatimentos em Campo de Jales.

    Ficou assente na reunião por videoconferência, que os representantes das entidades acima mencionadas irão participar numa sessão de esclarecimento à população, que terá lugar no próximo dia 31 de julho no salão do povo em Campo de Jales, pelas 18h00.

    Neste momento, as entidades concordam com a interdição da estrada EM 1172-1 para acautelar a segurança de pessoas, bens e animais.

    Dos abatimentos que se têm feito sentir em Campo de Jales, o que atualmente constitui mais constrangimentos é o que se verifica desde 2019 na Estrada Municipal 1121-1, junto a uma habitação, também ela em risco, que “constitui a principal acessibilidade” a várias aldeias do concelho.

    Autarquia informou o Estado do primeiro registo de abatimento há 5 anos

    Em abril de 2020 fez cinco anos que o Município aguiarense informou o Estado Português do primeiro registo de abatimento de solo na zona das antigas minas de Jales.

    A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar só recebeu resposta da DGEG na sequência de um segundo abatimento registado em fevereiro de 2018, através da realização de uma visita técnica conjunta dos serviços municipais e da EDM – Empresa de Desenvolvimento Mineiro.

    Em 2019, os abatimentos multiplicaram-se. A 22 de novembro dá-se um novo abatimento na EM1172-1 e, por razões de segurança, o Município foi obrigado a fechar o troço afetado que atualmente se encontra encerrado penalizando o dia-a-dia de pessoas em Jales.

    Também o Bloco de Esquerda (BE), no passado mês de janeiro, questionou o Estado, através dos ministérios das Infraestruturas e Habitação e do Ambiente e da Ação Climática, sobre as “populações isoladas por abatimentos em mina de Jales em Vila Pouca de Aguiar”, na sequência das últimas ocorrências naquele local e que levaram ao corte da estrada.

    Aquando dessa intervenção do BE, segundo o Ministério do Ambiente, os trabalhos de monotorização, estudos e ensaios de suporte técnico só avançaram no ano passado, não sendo ainda conhecidos todos os resultados.

    No mês de maio, o presidente do Município de Vila Pouca de Aguiar, voltou a diligenciar junto do diretor da Direção Geral de Energia e Geologia, José Pereira, na tentativa de solucionar “pela via graciosa” o grave problema dos abatimentos junto às antigas minas de Jales.

    DP

  • CLDS-4G: alterações ao plano de ação aprovadas pelo Conselho Local de Ação Social

    Realizou-se, dia 19 de junho, no Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Vila Pouca de Aguiar, uma reunião Plenária do CLAS – Conselho Local de Ação Social, formado pela autarquia e entidades públicas e privadas com intervenção social no concelho, e que assinalou o início da implementação das ações do CLDS-4G Contrato Local de Desenvolvimento Social de Quarta Geração de Vila Pouca de Aguiar.

    Nesta reunião foi feito um enquadramento de todo o processo, desde a elaboração do Plano de Ação, até à aprovação final da Candidatura por parte da Comissão Diretiva do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, bem como um ponto de situação do desenvolvimento do projeto. Foram ainda apresentadas as alterações ao Plano de Ação, entretanto realizadas por recomendação do Instituto de Segurança Social I.P., na qualidade de Organismo Intermédio, as quais foram aprovadas por maioria.

    O Programa CLDS-4G é cofinanciado pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.